Hystera, de Sabrina Jorge Behar, é uma ode à figura da mulher, com versos que cantam sobre suas labutas, aflições, conquistas e reconquistas, pois o mundo contemporâneo insiste em retomar condutas nocivas que deveriam permanecer no passado. Em seu livro de estreia na Caravana, a poeta nos apresenta ressignificações através de experimentos linguísticos, demonstrando domínio ao nos conduzir, partindo do caos, rumo ao eros, evidenciando o direito do gozo à mulher, em todas as cargas semânticas que esta palavra pode portar.
Leonardo Costaneto




Sabrina Behar é natural do Rio de Janeiro, graduada em Filosofia pela UFRJ, bióloga pela Unirio e mestre em Biodiversidade e Saúde pela Fiocruz. Foi pesquisadora assistente do programa Mulheres e Meninas nas Ciências da VPEIC–Fiocruz. Desenvolve pesquisas com enfoque em Dados, Teoria do Conhecimento e Epistemologia da(s) Ciência(s) e suas relações intrínsecas com as formações subjetivas e de paradigmas socioculturais.
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