Esta obra é como um espelho para mim. Despedaçado, imundo, com o cristal partido na lateral. Mas trata-se de mim. Poesia de homem que vive em corpo de garoto que sente. Sempre escrevi ao contrário, sempre senti ao contrário e sempre estive ao contrário de mim mesmo, mas reconheço-me. “Coração maculado de verso” carrega alguns poucos poemas que impõem ao papel como vejo o mundo, com meus sonhos e vontades e degredos sendo julgados um a um por meus juízes. E estes sonhos fazem luzes em mim.
Amores passados, vontades de vida, ponderações sobre o significado das coisas e a
saudade de tudo. Estes versos são o reflexo de meu coração num açude iluminado pela luz de uma lua opaca. Eles são tudo, mas ainda não são nada. Então cuide bem deles, por
favor.
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Meu nome é Matheus Terra, tenho 21 anos, paulistano, gosto muito de Física e moro no Rio de Janeiro. Os primeiros registros de escrita que tenho datam dos meus 13 anos, mas o que antes era “escrever por prazer” se tornou uma necessidade irremediável que me consome dia após dia. Vivo por um sentimento que me malogra, num corpo que não me tem. E isto me inspira a continuar escrevendo sobre tudo. Um dia já me disseram que eu escrevo demais, mas lhes garanto que nunca será suficiente.
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