Com alegorias potentes, o eu lírico de Os quadros órfãos, de Daniel Cosme, tece reflexões sobre religião e fé, vida e morte, amor e ódio. Cada tema apresentado se transmuta e ressurge em versos futuros, nos apresentando uma obra muito maior que a mera soma dos poemas que o compõem. E o que o leitor almeja senão isto, o irmanar das experiências rumo à construção de possibilidades? Desse modo, mais que recomendo a leitura deste livro, oásis em meio ao caos da vida e da linguagem.
Leonardo Costaneto




Daniel Cosme é pernambucano e graduando do curso de Letras Português pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Tem 22 anos (escreve desde os 17 anos) e tem poemas publicados em algumas revistas eletrônicas – Aboio, Arcádia (Unicamp), Artefato Edições –, além de traduções em seu perfil no Medium. Conquistou o segundo lugar no 13º Concurso de Poesias da cidade de Ourinhos, SP. Os quadros órfãos é seu primeiro livro publicado.
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