Na vida, há sempre alguém de quem gostamos e com um amor maior do que abraço colorido com as cores do arco-íris. Às vezes, essa pessoa vai para um lugar tão distante que o vento não consegue chegar. Ficamos tristes e cheios de saudades. Então, vamos guardando na lembrança, de pedacinho em pedacinho, o que fazíamos juntos, as conversas, as brincadeiras, os jogos e tantas coisas mais. O tempo vai passando devagar. Aos poucos, até com a ajuda de um passarinho, voltamos a rir, a cantar e a fazer tudo o que gostávamos de fazer. Em Vovô virou nuvem, Aline de Moraes, com ternura e delicadeza, conta a história de como Chico entendeu a morte do seu avô Julio. A partida de pessoas queridas acontece; faz parte da vida. Durante algum tempo, ficamos sem alegria; mas, pouco a pouco, a vontade de espalhar sementes pelo mundo vai renascendo dentro de nós.
Tereza Malcher




Sou Aline de Moraes. Carioca. Professora. Creio na força da palavra de diferentes culturas. Então, virei contadora de histórias há 23 anos. Mergulhei nesse universo, me especializei em Literatura Infantojuvenil. Acordei criança, desenhando o Sol no chão de giz. Essa escuta me fez biblioterapeuta. Vi livros com asas, libertando flores aprisionadas. Virei escritora, fui escrever essas histórias.
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