Gabriel Maués, em seu trabalho de estreia na poesia, sai do escuro, apresenta os olhos ao sol no dedilhado de quem tremeu no silêncio olhando-se frente ao espelho por dias a fio até encontrar-se nos sonetos, num par amoroso de olhos imantados encontrados na certeza presente que tudo precisa garoar, orvalhar quente ou frio o tempo que puder frente a frente. Seus textos têm o dedilhado de quem busca entender o mergulho para dentro e fora de si mesmo, por dentro do amor. Sonetou lindamente no debut saltitando das cordas do violão às linhas das memórias e esquecimentos. Sintam!
Márcio Maués




Nascido em Abaetetuba, interior do Pará, Gabriel mudou-se para Belém ainda pequeno. O amor pela literatura veio desde cedo, por meio, principalmente, de seu pai, que o rodeou de livros e HQs. Aos quinze, escreveu seu primeiro poema, em meio ao caos que é a adolescência. Aos dezoito, mudou-se para o Rio de Janeiro. Nessa época, criou o blog O Cabôco, que dura até os dias de hoje. Lá escreve poemas, crônicas, contos e fábulas, retratando a realidade carioca com olhar atento e sincero da vida.
Felipe Melo –
Muito bom, recomendo a todos!