Vinte anos separam a presente publicação do lançamento do último livro do autor, Outro Sol. Ao longo desse tempo, o poeta permaneceu fiel à musa sem, contudo, intentar a consecução de nova obra impressa. Daroês acontece na imprecisão desse contexto, como um recado que a brisa sussurra. Júlio Polidoro atuou, nos anos mil novecentos e oitenta, junto ao grupo que editou o folheto Abre Alas, e a revista d’lira, ao lado de Edimilson de Almeida Pereira, Fernando Fábio Fiorese Furtado, Iacyr Anderson Freitas, Luiz Rufatto, José Santos Matos e outros. Finalista do Prêmio Cidade de Belo Horizonte, edição 1990 (no qual Iacyr Freitas obteve a primeira colocação), o poeta, além dos quatro livros anteriormente publicados, tem poemas vertidos ao italiano, ao francês, ao inglês e ao espanhol. Também participa de inúmeras antologias, como a Poesia Mineira no Século XX, organizada por Assis Brasil, e a Antologia da Nova Poesia Brasileira, organizada por Olga Savary. Daroês representa um pequeno apanhado da produção de Júlio Polidoro, desde 2004.
J.P.




Júlio Polidoro nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1959. Em 1979, estreou com a publicação de Treze poemas essenciais. Em 1990, ano em que foi finalista do Prêmio Nacional de Poesia Cidade de Belo Horizonte, publicou Pequenos assaltos. Em 2001, veio Orla dos signos e, em 2004, foi lançado Outro sol. O autor tem participação em diversas antologias. Daroês é seu quinto livro.
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